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terça-feira, 24 de maio de 2011

FICHA DE VERIFICAÇÃO DA LEITURA

Após a leitura integral de Leandro, Rei da Helíria de Alice Vieira, escolhe para cada um dos itens a alí­nea que completa cada uma das frases.


1º ATO

Cena l

1. A ação passa-se:

a) no salão do palácio real de Helíria.

b) no jardim do palácio real de Helíria.

c) no átrio do palácio real de Helíria.

2. As personagens em cena conversam sobre:

a) as dívidas do reino.

b) as filhas do rei Leandro.

c) um sonho do rei Leandro.

3. Durante a conversa, o Bobo:

a) manifesta a sua opinião sobre o assunto.

b) concorda com o rei Leandro.

c) fala apenas quando lhe é dada a palavra.

4. Ao longo da conversa, o rei Leandro mostra-se:

a) interessado na opinião do Bobo.

b) compassivo com o Bobo.

c) arrogante com o Bobo.

Cena II

5. O Bobo pede a Hortênsia que repita a palavra "lucidez", porque:

a) discorda da filha do rei Leandro.

b) a filha do rei Leandro não pronunciou a pa­lavra corretamente.

c) não compreendeu o que a filha do rei Lean­dro disse.

6. Amarílis pediu ao Bobo que fizesse umas tro­vas sobre Hortênsia que:

a) elogiavam a irmã.

b) difamavam a irmã.

c) agradavam à irmã.

7. Pelas declarações do Bobo, depreende-se que Amarílis:

a) amava a irmã.

b) admirava a irmã.

c) não respeitava a irmã.

8. No final da cena, o rei Leandro:

a) procura apaziguar as filhas.

b) defende Amarílis.

c) defende Hortênsia.

Cena III

9. As personagens em cena são:

a) o rei Leandro, as filhas e as aias.

b) o rei Leandro, Violeta, as aias e o Bobo.

c) o rei Leandro, as filhas, as aias e o Bobo.

10. Violeta relembra o pai que o príncipe Reginaldo pretende:

a) negociar umas terras.

b) pedir a sua mão em casamento.

c) pedir dinheiro emprestado.

11 . Perante os comentários de Hortênsia e Ama­rílis sobre o príncipe Reginaldo, Violeta:

a) mostra-se ofendida.

b) releva o que as irmãs dizem.

c) concorda com as irmãs.

12. O rei Leandro escolheu nomes de flores para as filhas, porque:

a) elas cheiram bem.

b) elas são muito belas.

c) elas são as flores da vida dele.

13. Segundo o povo, o nome Hortênsia revela uma mulher:

a) despretensiosa, mas perfumada.

b) caprichosa e inconstante.

c) artificiosa e enganadora.

14. Na forma como falam, Hortênsia e Amarílis de­monstram:

a) respeito pelo povo.

b) estima pelo povo.

c) desprezo pelo povo.

Cena IV

15. O príncipe Felizardo é o noivo de:

a) Amarílis.

b) Hortênsia.

c) Violeta.

16. O príncipe Simplício é:

a) um "novo-rico" muito confiante.

b) rico, mas descortês.

c) inseguro e iletrado.

17. Os príncipes Felizardo e Simplício foram falar com o rei Leandro para:

a) tratar de negócios.

b) marcar a data do seu casamento com as sua filhas.

c) preparar uma grande festa.

Cena V

18. Quando o príncipe Reginaldo entra em cena, Violeta encontra-se:

a) sozinha, no jardim do palácio.

b) com as irmãs, no jardim do palácio.

c) com as aias, no jardim do palácio.

19. Violeta não insistiu com o pai para receber o príncipe Reginaldo, porque:

a) ainda está a pensar no pedido de casamento.

b) não pretende casar com um príncipe pelintra.

c) não quis preocupar o pai.

20. Perante a atitude de Violeta, o príncipe Regi­naldo mostra-se:

a) irritado.

b) desiludido.

c) compreensivo.

21. Violeta está preocupada, porque:

a) o noivo não é suficientemente rico.

b) as irmãs não gostam do noivo dela.

c) teve um sonho sinistro.

22. Durante a conversa com Violeta, o príncipe Reginaldo revela ser um homem:

a) racional, culto e inteligente.

b) dedicado, carinhoso e sensato.

c) bajulador, inconveniente e egoísta.

Cena VI

23. Nesta cena, os criados preparam a festa de noivado de:

a) Amarílis e Hortênsia.

b) Violeta.

c) das três filhas do rei Leandro.

Cena VII

24. Ao entrarem em cena, os príncipes:

a) Felizardo e Reginaldo vêm abraçados e Simplício, como sempre, atrás.

b) Felizardo e Simplício vêm abraçados e Re­ginaldo atrás.

c) Felizardo, Simplício e Reginaldo vêm abra­çados.

25. Para o príncipe Reginaldo, o casamento só é possível quando há:

a) muita riqueza.

b) muito amor.

c) muita gratidão.

26. O príncipe Felizardo desconhece a palavra "gratidão", porque:

a) tem um vocabulário reduzido.

b) esta é uma palavra invulgar.

c) é um homem ingrato.

Cena VIII

27. Felizardo debatia com Simplício qual das noi­vas ia ser:

a) mais amada.

b) mais feliz.

c) mais rica.

28. Reginaldo não quer fazer parte do grupo dos outros príncipes, porque:

a) os considera materialistas e fúteis.

b) tem inveja da sua riqueza.

c) eles são mais poderosos do que ele.

29. Para Hortênsia, o importante é que o noivo seja:

a) muito rico.

b) um bom orador.

c) carinhoso.

Cena IX

30. Perante a linguagem grosseira do seu noivo, Hortênsia mostra-se:

a) envergonhada.

b) aborrecida.

c) indiferente.

31. Para Hortênsia e Amarílis, o mais importante é que os noivos:

a) as amem e respeitem acima de tudo e to­dos.

b) lhes dêem muitas riquezas e falem pouco.

c) lhes dêem muitas riquezas, mas também amor.

Cena X

32. Esta cena passa-se:

a) na sala do banquete do palácio real de He-líria.

b) no jardim do palácio real de Helíria.

c) no átrio do palácio real de Helíria.

33. Ao contar o seu sonho, o rei Leandro pensa que este é um recado dos deuses, avisando-o de que deve:

a) deixar de governar.

b) levantar-se mais cedo.

c) conhecer novas terras.

34. Na sequência do seu sonho, o rei Leandro anuncia que:

a) pretende deixar o trono à filha que lhe de­monstrar maior amor.

b) levantar-se mais cedo, para zelar pêlos seus súbditos.

c) viajar no Outono, para conhecer novas ter­ras.

35. Perante o anúncio do rei, Amarílis afirma que:

a) quer mais ao seu pai do que à luz do sol.

b) ama mais o pai do que a si própria.

c) ama o pai tanto como ama o noivo.

36. Hortênsia responde ao pai que:

a) não consegue descrever o seu amor por ele.

b) o ama mais do que a si própria.

c) o ama mais do que ao próprio noivo.

37. Ao demonstrar o seu amor pelo pai, Violeta declara que precisa tanto dele como:

a) a luz do sol.

b) a comida do sal.

c) do seu noivo.

38. O rei Leandro ficou de tal maneira:

a) feliz com as respostas das filhas, que decidiu deixar o reino às três.

b) furioso com a resposta da filha primogénita, que a expulsou do reino.

c) furioso com a resposta da filha mais nova que a expulsou do reino.

Cena XI

39. O rei Leandro manda chamar o escrivão, para anunciar:

a) o seu testamento em nome das filhas.

b) o despejo de Violeta do reino sem qualquer dote.

c) o despejo de Amarílis do reino sem qualquer dote.

40. Face à decisão do rei Leandro, o príncipe ginaldo:

a) rejeita a noiva, agora que não tem qualquer dote.

b) considera que a noiva foi ingrata com o pai.

c) insinua que o rei é ingrato e anuncia que pretende casar com a filha.

41. Em troca da divisão e entrega do reino da Helíria pelas duas filhas, o rei Leandro pede a cada uma delas:

a) que o seu séquito o acompanhe sempre

b) acolhimento, durante seis meses, alternadamente.

c) acolhimento, durante o tempo que ele determinar.

42. Assim que o rei Leandro se retira, as filhas manifestam:

a) gratidão pelo gesto do pai.

b) amor e respeito pelo pai.

c) um caráter falso e insensível.

2.° ATO

Cena l

43. O segundo ato passa-se:

a) no dia seguinte aos acontecimentos anteriores.

b) uma semana após os acontecimentos an­teriores.

c) muitos anos depois dos acontecimentos anteriores.

44. O rei Leandro e o Bobo caminham pela estrada, esfarrapados e cansados, porque:

a) o rei quis viajar pelo mundo.

b) Amarílis e Hortênsia os expulsaram do reino.

c) o rei estava arrependido e queria reencon­trar Violeta.

45. Apesar da sua condição de mendigo, o rei mantém a sua postura soberana, pois:

a) é altivo demais para admitir a sua insignifi­cância atual.

b) não percebe a situação em que se encontra.

c) sabe que a situação em que se encontra é passageira.

46. Dada a condição atual do rei Leandro, o Bobo:

a) pensa abandoná-lo, pois eleja não tem poder.

b) tem pena dele, mas quer abandoná-lo.

c) revela-se fiel e companheiro.

Cena II

47. O rei Leandro e o Bobo encontram um Pastor:

a) no caminho.

b) numa gruta.

c) numa casa.

48. O Pastor pede ao Bobo que:

a) lhe conte a história do rei Leandro.

b) lhe apresente o rei Leandro.

c) se afaste do rei Leandro.

49. Ao afirmar que o rei Leandro morreu, o Bobo pretende:

a) assustar o Pastor.

b) avisar o Pastor que ele é uma alma do ou­tro mundo.

c) explicar que, apesar das circunstância atuais, ele foi um rei poderoso.

50. O Bobo lamenta que o rei não conheça a Brio-lanja, porque ela:

a) reconhece a importância do sal.

b) é uma boa cozinheira.

c) é uma mulher muito prendada.

Cena III

51. Amarílis e Hortênsia discutem na presença dos maridos:

a) os dias felizes que passaram com o pai, no seu reino.

b) os infortúnios suportaram com o pai, du­rante seis meses.

c) as terras que compraram, em seis meses.

52. As duas irmãs decidem:

a) sortear para ver quem fica com o pai mais seis meses.

b) construir uma casa para o pai viver.

c) expulsar o pai do seu reino.

53. Felizardo e Simplício:

a) discordam da decisão das esposas.

b) não interferem na decisão das esposas.

c) não manifestam a sua opinião.

Cena IV

54. Depois de ouvir a história do rei Leandro, o Pastor sugere que:

a) arranjem um lugar modesto para assenta­rem de vez.

b) procurem encontrar a filha Violeta.

c) regressem ao reino e façam as pazes com Amarílis e Hortênsia.

55. O Bobo contesta a sugestão do Pastor, porque:

a) sabe que Amarílis e Hortênsia desprezam o pai.

b) pensa que Violeta nunca perdoaria que o pai lhe fez.

c) o rei nunca aceitaria viver num lugar mo­desto.

Cena V

56. Nesta cena, ficamos a saber que o Pastor vive no reino-.

a) de Amarilis e do príncipe Felizardo.

b) de Hortênsia e do príncipe Simplício. -

c) de Violeta e do príncipe Reginaldo.

57. O Pastor foi ao seu reino para avisar a filha do rei Leandro que:

a) encontrou o pai.

b) o pai quer voltar.

c) o pai se vai embora.

Cena VI

58. Novamente na gruta, o Pastor conta ao Bobo que no seu reino:

a) os escravos passam fome e são açoitados.

b) os homens são livres, mas passam fome.

c) os homens são livres e transmitem o que sabem aos mais novos.

59. O Bobo decide ir ao reino do pastor, pois:

a) apesar de tudo, não tem mais para onde ir.

b) quer averiguar se é verdade o que o Pastor diz.

c) quer conhecer a esposa do Pastor.

Cena Vil

60. Ao afirmar que chegou a sua hora, Violeta quer dizer que, finalmente, chegou o momento de:

a) se vingar do pai.

b) dar comida a toda a gente, menos ao pai.

c) receber o pai no seu reino.

Cena Vlll

61. Às portas do reino de Violeta, o rei Leandro e o Bobo relembram:

a) o conforto e a tranquilidade de outros tempos.

b) a miséria e a tristeza em que vivem atual-mente.

c) o perfume da lua cheia.

Cena IX

62. Já dentro da cidade, o rei Leandro-.

a) conversa com o Pastor e o Bobo sobre a noite na gruta.

b) recusa admitir que alguma vez teve filhas.

c) sente o cheiro delicioso a comida.

63. O Bobo contradiz o rei, afirmando que:

a) estiveram durante o dia na gruta.

b) ele teve filhas que o abandonaram.

c) cheira a flores e não a comida.Cena X

64. Quando o rei Leandro e o Bobo estão diante de Violeta e Reginaldo, a filha retira-se:

a) porque se recusa a estar na sua presença.

b) porque receia que o pai a reconheça.

c) para providenciar novas vestes para o pai.

65. O rei Leandro não logo reconhece a filha, porque:

a) está cego.

b) ela está muito diferente do que era.

c) ela saiu logo da sua presença.

66. O príncipe Reginaldo confronta o rei Leandro com o facto de:

a) ter expulsado Violeta do seu palácio.

b) as filhas mais velhas terem dividido o reino de Helíria.

c) as filhas mais velhas o terem expulsado do reino e lutarem entre elas.

67. Perante o que ouve, o rei Leandro:

a) admite que errou e pede perdão a Regi­naldo.

b) persiste na ideia de que Helíria ainda existe e que não tem filhas.

c) recusa-se a responder a Reginaldo.

68. Entretanto, o Bobo repreende o Pastor, por­que:

a) este não o avisou de que ia haver um ban­quete.

b) este contou tudo errado ao príncipe Regi­naldo.

c) pensou que ele tinha contado a história do rei Leandro.

Cena XI

69. O rei recusa as iguarias que lhe dão, porque:

a) a comida está estragada.

b) a comida não tem sal.

c) não tem fome.

70. Ao perceber a intenção de Violeta, o pai:

a) reconhece que falhou.

b) retira-se do banquete.

c) discute com a filha.

71. Assim que o pai admitiu ter sido incorreto com ela, Violeta:

a) expulsou-o do palácio, dizendo-lhe que nunca mais o queria ver.

b) perdoou-lhe, mas disse-lhe que não podia viver no seu palácio.

c) perdoou-lhe, mas fez-lhe ver que o amor dele não era desinteressado.

Cena XI

72. Na cena final, as personagens intervenientes:

a) fazem as pazes e vivem felizes para sem­pre.

b) traçam o seu retrato ou apresentam uma moral.

c) entoam uma cantiga subordinada ao amor.

CHAVE DA FICHA DE VERIFICAÇÃO DE LEITURA


1. b); 2. a); 3. a); 4. b); 5. c);

6. b); 7. c); 8. a); 9. c); 10. b);

11. b); 12. c); 13. b); 14. c); 15. a);

16. c); 17. b); 18. a); 19. c); 20. c);

21. c); 22. b); 23. a); 24. b);25. b);

26. c); 27. c); 28. a);29 a);30. c);

31. b); 32. a); 33. a); 34. a); 35. a);

36. b); 37. b); 38. c);39. b); 40. c);

41. b); 42 c)

respostas guião 2º acto

2º acto
cena I
  1. O rei e o bobo encontram-se numa estrada.
  2. A didascália permite verificar a mudança na vida do rei porque informa que este veste farrapos.
  3. O Bobo serve para fazer o rei viver a realidade sem ilusões, para além de o conduzir por se ter tornado cego.
cenas II, III e IV
  1. 1 O pastor irá ser a ligação entre o rei e a sua filha Violeta que o procurava.
  2. A cena III é um recuo na acção.
  3. As filhas mais velhas, fartas de aturar o seu velho pai, resolvem abandoná-lo à sua sorte.
cenas V, VI e VII

  1. As cenas passam-se no palácio de Violeta.
  2. No reino do pastor há abundância, paz, liberdade, tolerância e felicidade.
cenas IX, X e XI

  1. A acção situa-se no reino de Violeta.
  2. 1 "delicadamente põe de lado"; " enjoado, põe de lado "; "faz uma careta e põe de lado" "crescendo de desagrado"; "safanão nos criados"; "explode" e "cospe vária vezes".
  3. O ensinamento é que o amor não exige nada em troca.

domingo, 27 de março de 2011

Notas para o teste


  • O diário é um texto de carácter pessoal e subjectivo. Relata as vivências diárias do seu autor. É datado.
  • Exemplo de retrato psicológico: O Artur é corajoso e extrovertido.
  • Exemplo de recursos expressivos/figuras de estilo:
    • O Artur é corajoso e extrovertido. – dupla adjectivação – são atribuídos dois adjectivos para um só nome;
    • Aquela criança é um doce. – metáfora – a criança é comparada a um doce sem o uso de elemento comparativo.
    • Ele comprou rebuçados, caramelos, chocolates e amêndoas. – enumeração – está-se a enumerar o que ele comprou.
    • O vento soprava com fúria. – personificação - O vento está personificado ao possuir uma característica/atitude humana.
    • O Rui rebentou a rir. – hipérbole – exagero da realidade.
    • Os seus olhos são escuros como a noite. – comparação – os olhos são comparados à noite com o uso de elemento comparativo.
  • Narrador:
    • Participante – o narrador faz parte da acção, é uma personagem. A linguagem surge com pronomes, determinantes e verbos na 1ª pessoa.
    • Não participante ou ausente - o narrador não faz parte da acção, não é uma personagem. A linguagem surge com pronomes, determinantes e verbos na 3ª pessoa.
  • Sensações relativas aos cinco sentidos:
    • Um aroma intenso inundava a sala. – sensação olfactiva.
    • Um som agudo vinha da cave. – sensação auditiva.
    • Uma claridade ofuscante rompia a penumbra. – sensação visual.
    • Um tecido áspero e rugoso cobria a jaula. – sensação táctil.
    • Um sabor amargo encheu-lhe a boca. – sensação gustativa.

· Segmento narrativo e segmento descritivo.

o Ele comia doces todos os dias. - segmento descritivo ( verbo no pretérito imperfeito).

o Ele comeu doces ao almoço. - segmento narrativo ( verbo no pretérito perfeito).

· Abreviaturas, siglas, acrónimos e estrangeirismos.

    • Prof. – abreviatura – parte da palavra é omitida;
    • Internet – estrangeirismo – a palavra foi importada de um país estrangeiro;
    • PSD – sigla – formada a partir dos sons iniciais. Cada letra é soletrada. (PÊ ESSE DÊ)
    • PALOP – acrónimo – formada a partir dos sons iniciais. Lê-se com se fosse uma palavra.
  • Pontuação:
    • Vírgula (,);
    • Ponto e vírgula (;);
    • Dois pontos (:);
    • Ponto de exclamação (!);
    • Ponto de interrogação (?);
    • Reticências (…);
    • Aspas (“”);
    • Parênteses ( ).

· Verbo – tempo e modo

o O Rui dormia demais. – verbo no pretérito imperfeito do indicativo.

o Não contes essa história. – verbo no presente do imperativo.

o Se eu pudesse, teria uma quinta. – verbos no pretérito perfeito do conjuntivo e no presente do condicional.

o O avô educou-o bem. – verbo no pretérito perfeito do indicativo.

o O Rui partirá amanhã. – verbo no futuro do indicativo.

o É preciso que faças um esquema. – verbo no presente do conjuntivo.

    • Tenho pressa. – verbo no presente do indicativo.

· Verbo – conjugação pronominal

o O Rui recitou um poema à namorada. O Rui recitou-lhe um poema.

o O pai comprará um brinquedo ao filho. O pai comprar-lhe-á um brinquedo.

o A Ana faz o pudim. A Ana fá-lo.

o Partiram o vidro. Partiram-no.

o Fizemos bonecas de pano. Fizemo-las.

Matriz do teste - Março /Abril 2011

Matriz do teste - Março /Abril 2011

I

COMPREENSÃO ORAL

1. Audição de um texto. 7 questões de V ou F (Verdadeiro/Falso)

II

LEITURA

Leitura de excertos do conto «Arroz do Céu».

  • questões sobre o texto.
  • retrato psicológico
  • espaço
  • recursos expressivos
  • narrador
  • sensações relativas aos cinco sentidos
  • segmento descritivo/narrativo

III

FUNCIONAMENTO DA LÍNGUA

  • formação de palavras: abreviaturas; siglas e estrangeirismos.
  • pontuação
  • verbo - tempo e modo; conjugação pronominal

IV

PRODUÇÃO ESCRITA ORIENTADA

  • texto escrito com 120 a 150 palavras baseado nos conhecimentos do conto «Arroz do Céu»